Mostrar mensagens com a etiqueta A luz...sombras e imagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A luz...sombras e imagens. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Como funciona um períscópio?

O periscópio permite-nos ver acima da linha dos olhos.




Depois de seguidas as regras de construcção de um periscópio seguiu-se a sua decoração.

Ficaram lindos.

Depois estivemos a descobrir o que está fora do alcance dos nossos olhos, por exemplo descobrir o que estava em cima de um armário sem subir a uma cadeira.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Como funciona um caleidoscópio?

Fizemos vários caleidoscópios diferentes recorrendo a espelhos de diferentes tamanhos e agrupando-os de modo diferente.






Foi muito interessante ver a multiplicação das imagens do objecto que estavamos a utilizar.

Quantas imagens de um objecto se formam combinando 2 espelhos planos em diferentes posições?

Para esta actividade tivemos na nossa sala uns convidados especiais: Professores de outras nacionalidades em formaçãona ESE de Lisboa (Angola, Timor, Moçambique e S. Tomé).


Foi uma experiência bastante enriquecedora para ambas as partes.
Para este dia preparámos a experiência relacionada com a questão problema:
Quantas imagens de um objecto se formam combinando dois espelhos planos mas em diferentes posições?




Nesta actividade pudemos concluir que o número de imagens de um objecto depende da forma como os espelhos planos estão associados.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Mensagem secreta

Descobrir a mensagem secreta...

Primeiro a nossa professora deu-nos umas palavras esquisitas para tentarmos descobrir o que indicavam, estavam escritas de uma maneira muito estranha...


Alguns de nós conseguimos descobrir, outros porém não conseguiamos mesmo!
Mas entretanto... com a ajuda do espelho tudo se tornou mais fácil...

Mensagens descodificadas!!!

Como ler correctamente o nosso nome no espelho?

Com alguns dotes artísticos fizemos o nosso nome em código (simetria) para ser lido correctamente com a ajuda de um espelho.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O tipo de espelho influencia a imagem?

Nesta actividade pudemos explorar diferentes tipos de espelhos e observámos que a nossa imagem varia de acordo com o tipo de espelho que usamos.

No espelho côncavo a imagem varia com a distância do espelho ao objecto, quando o objecto está perto do espelho a imagem é direita e muito grande, mas à medida que afastamos a imagem aparece invertida.
.
No espelho convexo a nossa imagem fica menor, e se afastarmos o espelho conseguimos ver cada vez mais coisas à nossa volta.


No espelho cilindrico vemos a imagem distorcida : na vertical vemos uma imagem mais comprida e estreita.

Na horizontal vemos a imagem mais curta e larga.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Como podemos ler correctamente o nosso nome no espelho plano?

Bem alguns de nós conseguimos logo à primeira, mas outros nem por isso...



Fomos por tentativas... e mesmo assim houve alguns que não conseguiam fazer!!!



Bem é realmente um pouco difícil e fica aqui o desafio!

SIMETRIAS

A nossa professora sugeriu que fizessemos em metade de uma folha um desenho livre ilustrando uma obra de arte das nossas...
Assim foi...

Depois sugeriu que fizessemos na outra metade o mesmo desenho tal como o víamos simetricamente recorrendo ao espelho plano...
Bem que difícil, como conseguiríamos fazer um tal trabalho?


A nossa professora depressa nos acalmou e nos indicou que era bem mais fácil do que pensávamos, recorrendo à ajuda da luz e da transparência do vidro da sala.


Seguiu-se então a pintura da outra metade do trabalho fazendo-a simetricamente, recorrendo exactamente às mesmas cores.
Ficaram lindíssimos estes trabalhos:

quarta-feira, 25 de março de 2009

Será que a sombra dos objectos varia de acordo com a distância da fonte luminosa ao objecto?

Para responderms a esta questão problema preparámos os materiais e a nossa carta de planificação.
Descobrimos o que iamos mudar: a distância do foco ao objecto.
o que iamos manter: o objecto, a sua posição e o tipo de foco luminoso.
quais os procedimentos a desenvolver para realizar a experiência.


Registámos as nossas observações...

Concluímos que a sombra dos objectos varia de acordo com a distância do foco ao objecto.

Assim quanto mais perto estiver o foco do objecto maior é a sua sombra, do mesmo modo que se o foco estiver mais lonje o sombra fica menor.


Medimos cada uma das sombras e registámos devidamente os dados através de um gráfico de barras.

sábado, 7 de março de 2009

Sombras incríveis

Será que todos os materiais se deixam atravessar pela luz?












Começámos esta actividade vendo no youtube vários filmes relacionadas com teatros de sombras.
Depois a nossa professora perguntou-nos porque não conseguiamos ver a cor do cabelo das pessoas, a cor dos olhos, ou o que traziam vestido.

Seguiu-se a exploração de vários materiais na sala de aula, observando e experimentando se eles deixam ou não passar a luz.






















Caracterizámos depois os materias como transparentes, translúcidos e opacos, fazendo grupos.





terça-feira, 3 de março de 2009

A LENDA DO ARCO-ÍRIS




O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.
Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.
O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e . . . viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira. Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.
À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.
- Boa tarde, meu senhor.
Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.
Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.
- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?
Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.
O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.
E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:
-Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.
Passaram-se meses.
Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.
- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.
- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!
- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.
- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!
O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.

As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.
O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:
- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!
E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.

A Lenda do Arco-Iris

A Prof. Paula Pires veio à nossa sala contar-nos uma Lenda:
"A LENDA DO ARCO-ÍRIS"

Foi um momento muito especial com o recurso a sombras...








Depois da professora Paula nos contar a lenda pudemos nós passar pela experiência da manipulação das personagens da história.

Como se propaga a luz?


Para realizarmos esta experiência na sala de aula, recorremos a um tudo de uma máquina de lavar loiça (podia ser um tubo de aspirador, ou uma mangueira, de preferencia preta e que não deixa-se passar luz para o seu interior).

Com esse tubo podiamos experimentar várias posições na tentativa de percebermos que a luz se propagava em linha recta, isto é apenas conseguiamos ver a luz se o tubo estiver completamente direito, não podendo existir curvas.



Foi uma experiência muito positiva e agora já todos sabemos representar um raio de luz e como fazê-lo.